Giovani Biot nasceu em Ramera, Treviso - Itália, no ano de 1834. Ficou órfão aos 4 anos de idade e buscou trabalho na propriedade da Família Falchetto. Dela recebeu proteção, tanto que adotou seu nome.
o Jovem rapaz, então, Giovani Falchetto, casou-se com Regina Canzian em 1856 ambos com 22 anos de idade.
Trabalhavam a terra... com meeiros... e não dando a terra o suficiente para pagar o dono da propriedade, mudavam de um lugar para o outro. Assim nasceram os 7 filhos Falchetto: Antônio, Ângelo, Giuseppe, Anna Maria, Agnese, Luígia e Francesco em lugares diversos, na província Treviso-Ramera, Sarano e Santa Lucia de Piave.
Todos casaram na Itália, exceto Francesco.
Por fim, a família passou por Vassola e Mareno di Piave, de onde partiu para o Brasil.
Junto com a mãe Regina Canzian chegaram no Rio de Janeiro no dia 25 de setembro de 1891.
O PRIMEIRO FALCHETTO A VIAJAR
Em 1885, Antônio Falchetto (Barba Tonon), o mais velho da família, viaja como funcionário do navio, assim não paga passagem. Chega a São Paulo e combina com fazendeiros um trabalho para seus irmãos. Volta para Itália e convence os familiares a partir para o Brasil. São Paulo seria o destino. Em Vazzola, conseguem os passaportes com data de 21 de agosto de 1891. Não foi difícil arrumar as malas. Os haveres eram bem poucos. O navio tinha o nome sugestivo: Brasil. Esse navio, no entanto, pode ser o que os transportou do Rio de Janeiro para o Espírito Santo.
VIDA EM ARAGUAIA
Em São Pedro do Araguaia passaram a morar Francisco Falchetto e Barba Tonon. Giuseppe Falchetto e Luisa Buffo fixaram-se em Iriritimirim e Ângelo Falchetto com Arcangela Furlan fixaram-se num lugar denominado Capelinha. Nada férteis as terras. Trabalho de manhã à noite era o cotidiano da dura luta nas roças. Economizando conseguiram amealhar um dinheiro com que, mais tarde, conseguiram comprar melhores terras em Venda Nova. A Pesquisa para esses dados históricos foi feita no livro escrito pelo Ir. Zeferino Falchetto (ao lado) que hoje mora em Barbacena-MG. Com grande sabedoria e 90 anos fazendo história é o galho vivo da nossa árvore genealógica. Muito Gratos. |
ARQUITETURA
Ir. Zeferino em seu livro “A Família Falchetto Do Vêneto a Venda Nova” faz um alerta dizendo:
“É preciso ter um lugar em casa onde se guardem as reminiscências. Para você que é jovem, talvez não signifique muita coisa, mas passem os anos e a elas retornará com satisfação. Chama-se a isso, matar as saudades. E bisnetos hão de abençoar seus cuidados.”
Casas construídas há mais de 100 anos. Patrimônio histórico cultural dos Falchettos. Vamos restaurar! Vamos contar nossa história!
